Formado engenheiro Industrial e de Segurança do Trabalho, além de pós-graduado em Comércio Varejista. Márcio Arroyo atuou como engenheiro em diversas empresas e desde 1994 é proprietário da ArvaMex  Comércio Exterior.  Membro do CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) e da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra. O engenheiro é ainda Conselheiro do São Paulo Chamber of Commerce da Associação Comercial de São Paulo e da CAMARBRA – Câmara de Comércio Argentina-Brasil.

Arroyo participou do Rotaract de 1971 a 1976 onde, entre os diversos cargos que exerceu, foi presidente e RDR – Representante Distrital de Rotaract. Em 1983 ingressou no Rotary Club São Paulo onde assumiu vários cargos no Conselho Diretor, presidiu e participou de várias comissões no clube e na governadoria entre elas: secretaria, protocolo, Serviços Profissionais, Internos e à Juventude. Foi Governador Assistente, Chairman e Líder do I.G.E., além de Presidente do clube.

Casado com Valéria Helena e pai de dois filhos: Daniel e Danilo, Márcio também é membro do Clube dos 21 Irmãos Amigos; diretor Secretário do Conselho Superior do ESPRO e Conselho Superior da Fundação de Rotarianos de São Paulo.
Saiba mais como o Rotaract influenciou a vida de Márcio Arroyo na entrevista abaixo:


Como conheceu o Rotaract?

Quando entrei no curso de Engenharia no Mackenzie em 1971, meu pai, então associado do o Rotary Club de São Paulo, falou-me que eu poderia participar do Rotaract Mackenzie que foi inaugurado em 1969 e o primeiro presidente foi Luiz Carlos Peluso. Desde então, participei e identificando-me muito com a grande entidade rotária.


Quando entrou no clube?

Entrei no clube no ano de 1971, quando presidente era o companheiro Paulo Henrique Câmara (segundo presidente). A gestão seguinte, iniciada em janeiro de 1972 foi presidida por Celso Matsuda, então tive a oportunidade de exercer o cargo de Serviços Profissionais.


Quanto tempo participou do Clube?

Participei do clube até sair da faculdade no final de 1976. Exerci o cargo de presidente de janeiro de 1973 a 30 de junho de 1974, para que pudesse coincidir com o ano rotário. Daí em diante, as posses passaram a ser em julho. O mesmo aconteceu com a gestão no então Distrito 461, assumi como  RDR em janeiro de 1975 até 30 de junho de 1976.


Conte algum projeto ou experiência marcante.

As experiências marcantes foram inúmeras. Sem dúvida a parte assistencial é muito gratificante e emocionante. Lembro-me bem da campanha de arrecadação de latas de leite, que fizemos para a associação Cruz Verde. O trabalho dessa associação, por si já comove, basta visitar para constatar, mas quando fomos fazer a entrega oficial, as latas estavam empilhadas em forma de pirâmide, separadas por marcas, o que embelezou muito a foto de entrega. A campanha da Boa Visão foi também maravilhosa, com a consulta e entrega de óculos para os velhinhos do Lar Ondina Lobo; levamos o Coral do Mackenzie para alegrar a festa. Muitos outros projetos também foram especiais, como o Curso de Chefia e Liderança, que teve tanta repercussão, que precisou ser repetido para atender a demanda.


Conte alguma história curiosa ou engraçada.

No terceiro encontro Latino Americano de Rotaract Clubs foi realizado na Venezuela e, evidentemente a língua espanhola era predominante. Do Brasil éramos quatro: nós três do Rotaract Mackenzie, Marco Aurélio Tenca Sodré, Paulo Soares de Camargo, eu, além do Francisco, do Rotaract clube de Jataimbezinho do Paraná. Então, fomos tratados de modo especial, até mesmo com mais atenção e privilégios, pois éramos “diferentes”. A grande constatação é que somos companheiros iguais em qualquer parte do mundo que nos apresentemos. Uma curiosidade, fui o primeiro presidente do Rotary Club de São Paulo, que passou antes pelo Rotaract e para completar fiz uma dobradinha, o meu vice do  São Paulo era o Paulo Sores de Camargo, que foi meu vice quando fui presidente do Rotaract Club Mackenzie.


O que o Rotaract acrescentou na sua vida?

O Rotaract é uma escola para a vida. Aprende-se a liderar, a conviver, a trabalhar em áreas diferentes do cotidiano, a encarar situações delicadas, a resolver com parcimônia casos difíceis; mas o mais importante, em muitos aspectos tentando acertar, pode-se errar, porém esse erro no Rotaract não é tão comprometedor e sim serve como grande experiência para o futuro, quando não se pode errar. Isto vale tanto para a parte social como profissional.


Ainda tem amigos desta época?

Amigos todos ficaram daquela época, evidentemente alguns encontramos com maior facilidade, outros se perderam de vista; mas há uma verdade, assim que os encontramos, toda uma história vivida é rememorada, não só do Rotaract Mackenzie, mas companheiros  de outros clubes que tínhamos contato na ocasião.

Qual a importância do Rotaract?

O Rotaract é único, não há qualquer outra entidade com as mesmas características. O que se vive lá é uma experiência exclusiva, que proporciona várias oportunidades de crescimento. Daí, a importância do Rotaract, pois a vida passa e a cada momento temos que escolher nossas atividades e estas serão muito aproveitas pelo que se nos oferece o Rotaract.


Por que um jovem, hoje, deveria entrar no Rotary? Quais características você acha que ele deve ter
?

Claro que para ser um rotaractiano, algumas características devem ser observadas, já que nem todos os jovens se adéquam a esse tipo de atividade. O jovem deve gostar de SERVIR – Ser útil á comunidade, sendo não só participantes as ações sociais de ajuda, como auxiliar para a melhora de um mundo de paz e harmonia, com respeito e civismo. Longe disso ser impossível, está na razão do Rotaract ser uma entidade internacional, com amplos contatos pelo mundo afora até mesmo com encontros em reuniões e em conferências; e quando se conhece, a aproximação da amizade se faz presente também. O  Segundo Encontro Latino Americano de Rotaract Clubs foi realizado em São Paulo, o evento foi marcante e o entrosamento internacional foi o destaque do evento. Portanto, participar do Rotaract é uma missão agradável, amistosa, cultural e servil.

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