O mês de maio foi muito produtivo para o Rotaract Mackenzie: fizemos dois projetos de diferentes avenidas de serviço e que demonstraram o companheirismo do nosso clube.

Um dos projetos foi da área de comunidades, da qual serei diretora na próxima gestão. Fomos ao Lar Vó Ilza, localizado na Vila Mariana. A Instituição cuida de mães adolescentes com seus filhos.

Com a ajuda dos nossos queridos interactianos, fizemos atividades que movimentaram a manhã das mães e crianças. Para as mães, oferecemos uma sessão de curso de maquiagem, com o apoio da Jequiti, conseguido através do novíssimo e ativíssimo clube Jardim das Bandeiras.

Com as crianças, além de conversarmos, brincarmos, darmos mamadeira (né, Lê?!), levamos cartões e giz de cera para elas desenharem algo para suas mamães.

Ao final dessas atividades, houve duas contações de história realizadas pela Camila Carmona e distribuição de cupcakes decorados pelos empenhados rotaract e interactianos.

Foi um domingo divertidíssimo! Tiramos algumas fotos, mas, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, não é permitido fotografar o rosto das crianças. Fiquei sabendo disso algumas semanas antes de nossa atividade e fiquei surpresa quando ouvi o comentário de uma criança (de uns 4 anos) ao ver que alguém ia tirar foto dela:

Criança: Não pode tirar foto das crianças!
Eu (surpresa): Nossa… Como você é esperta! Por que não pode?
Criança: Por causa do juiz…
Eu (mais surpresa ainda): Uau! Você sabe mesmo, hein? Parabéns!!!

Essa situação foi sensacional! Fiquei admirada com a sinceridade dela! Conto pra todo mundo, achei o máximo!

É claro que no final do dia, minhas costas deram sinal de vida depois de ter carregado as crianças no colo durante a manhã inteira! Mas só de lembrar o sorriso delas e a alegria das mães, não vejo a hora de voltar e promover mais dias alegres com elas!

Quando saímos da Instituição, a Jussara e eu conversamos uns minutinhos na Paulista sobre o tema “voluntariado”. A pergunta que fazíamos uma para a outra e uma para uma (aquela conversa interna, a crise da meia-idade precoce) era: Será que estamos no caminho certo? Acho que a foto ao lado respondeu nossa pergunta. Sim, uma borboleta pousou em mim em plena selva de pedra. É um sinal.

Por Thais Polimeni

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